...
Viu de sua janela a porta do quarto dele...
Foi pra cama mas não dormiu naquela noite...
Ela fechou os olhos e quando abriu viu somente solidão.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Me irrita
Acredito que uma das coisas que mais me irrita quando por algum azar do destino tenho que ultilizar banheiros publicos não é a fila,que por muitas vezes quando voce sai do cinema depois de assistir aquele filme de duas horas e meia é só ela que voce não quer encontrar,tambem não é "limpeza" que como dizem por ai "tornificam as minhas pernas" quando voce por exemplo esta em uma rave e tem que entrar naquela cabine assustadora e ver dentro daquele lugar onde voce deposita ou deveria depositar unica e exclusivamente as suas necessidades, todo o tipo de coisa que voce possa imaginar.A coisa que mais me irrita quando estou em um banheiro publico é quando entram aquelas maes com seus filhos de 30 anos.
Sabe aquelas placas que dizem o que pode ou não entrar em tal ambiente?
Acho que esta faltando uma onde diz a idade limite para uma mae entrar com seus filhos...
Hoje por exemplo eu estava na fila do banheiro do cinema,antes do filme,isso quer dizer que na maioria das vezes não existe motivo para desespero...
Quando do nada entra uma dessas maes,bufando,arrastando seu filho de 30 anos que no caso devia possuir uns 7 ou 8 anos,pelo braço.
Ela ainda teve a audacia de pedir para furar a fila dizendo que a criança estava muito apertada.
Não vi o final da historia porque assim que a mae entrou eu estava entrando na cabine do banheiro.
Mas fiquei me perguntando quando é que essa mae vai ensinar o seu filho a ultilizar o banheiro para que assim em uma proxima vez ela possa esperar na porta do banheiro masculino e parabenizar o filho porque ele foi sozinho,ou quando ela vai parar de se aproveitar da criança para furar fila no banheiro,quantos anos ela vai esperar o filho fazer? 30?
Se tem uma coisa que me irrita em banheiros publicos,são as maes com seus filhos de 30 anos.
Sabe aquelas placas que dizem o que pode ou não entrar em tal ambiente?
Acho que esta faltando uma onde diz a idade limite para uma mae entrar com seus filhos...
Hoje por exemplo eu estava na fila do banheiro do cinema,antes do filme,isso quer dizer que na maioria das vezes não existe motivo para desespero...
Quando do nada entra uma dessas maes,bufando,arrastando seu filho de 30 anos que no caso devia possuir uns 7 ou 8 anos,pelo braço.
Ela ainda teve a audacia de pedir para furar a fila dizendo que a criança estava muito apertada.
Não vi o final da historia porque assim que a mae entrou eu estava entrando na cabine do banheiro.
Mas fiquei me perguntando quando é que essa mae vai ensinar o seu filho a ultilizar o banheiro para que assim em uma proxima vez ela possa esperar na porta do banheiro masculino e parabenizar o filho porque ele foi sozinho,ou quando ela vai parar de se aproveitar da criança para furar fila no banheiro,quantos anos ela vai esperar o filho fazer? 30?
Se tem uma coisa que me irrita em banheiros publicos,são as maes com seus filhos de 30 anos.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009

"São tempos difíceis para os sonhadores"
''Se Amélie prefere viver no sonho e ser uma moça introvertida, é direito dela. Pois estragar a própria vida é um direito inalienável.''
"Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente que criar laços com os que estão presentes."
"Moça bonita, acredita em milagres???
-Hoje não..."
"Quando o dedo aponta para o céu, o imbecil olha para o dedo"
domingo, 23 de agosto de 2009
Emília
Emília
- A vida, senhor visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar.
Quem para de piscar, chegou ao fim, morreu.Piscar é abrir e fechar os olhos - viver é isso. É um dorme-e-acorda, e dorme-e-acorda, até que dorme e não acorda mais.
[...] A vida das gentes nesse mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; pisca e anda; pisca e brinca;pisca e estuda;pisca e ama;pisca e cria filhos;pisca e geme os reumatismos;por fim pisca pela última vez e morre.
- E depois que morre? - perguntou o Visconde
- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?
[Monteiro Lobato, excerto de Memórias da Emília.(1936)]
- A vida, senhor visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar.
Quem para de piscar, chegou ao fim, morreu.Piscar é abrir e fechar os olhos - viver é isso. É um dorme-e-acorda, e dorme-e-acorda, até que dorme e não acorda mais.
[...] A vida das gentes nesse mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; pisca e anda; pisca e brinca;pisca e estuda;pisca e ama;pisca e cria filhos;pisca e geme os reumatismos;por fim pisca pela última vez e morre.
- E depois que morre? - perguntou o Visconde
- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?
[Monteiro Lobato, excerto de Memórias da Emília.(1936)]
terça-feira, 28 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Saindo do meu quarto,que era o segundo,da segunda casa a esquerda, acho que eram 128 passos... bem sem duvida demorava algo em torno de 1 minuto e meio dali ate o colbo,disso eu tenho certeza....certa vez contei e acredito que eu passava por umas 19 arvores no caminho....
É,morar ali talvez tenha aguçado meu lado mais esquisito,fora aquele que normalmente já aflora em mim...mas assim que fecho os olhos e imagino um lugar imagino aquele kibutz...
Lembro-me que a primeira impressão não foi das melhores afinal,quem que está no shomer a tantos anos não espera (mesmo tendo plena consciência de que não existe mais) chegar em um kibutz e ver as pessoas vestidas com roupas largas com uma cesta cheia de laranjas nas mãos?
Minha segunda semana naquele pais estranho foi lá....bem,o kibutz era cinza e pequeno...e sua localização...posso dizer que é no meio do nada a esquerda.
Tivemos seminários, veida olami entre outras coisas no kibutz ao longo do ano... mas foi só no final,faltando 3 meses para o shnat acabar que nos mudamos para lá...
Lembro-me do momento em que entramos de onibus naquele portão amarelo, pela janela reparei que durante o ano a grama tinha crescido e que agora o kibutz estava verde, meus olhos já estavam mais felizes....agora era so esperar para ver o que seria da minha rotina.
Morávamos todos na mesma rua, toda a minha kvutza e todos os latino americanos do shomer. Do outro lado do kibutz estava outro desafio de meu shnat, os europeus.
Nossa rotina não era nada monótona, aulas diárias,os passeios semanais
por sociedades alternativas,o trabalho na estufa e principalmente os pub´s nos finais de semana fizeram dos meus últimos 3 meses de shnat,não só a recordação que eu tenho mais saudade e carinho como também aquela em que eu percebo que mais aprendi sobre mim e sobre os outros que moravam ali comigo.
O incrível da rotina do kibutz era que eu tinha tempo pra pensar,diferente da vida que levava no Brasil,aquele lugar possuía uma paz singular e não tinha um dia que eu não me sentava com as costas apoiadas em uma arvore e,ou escutava uma musica ou lia alguma coisa ou conversava com alguém.
Sinto falta da paz que aquele lugar no meio do nada me passava,falta ate da comida escassa, do frango com pelo (mentira isso não ecaa!!), das latas de atum da madrugada ,falta de caminhar no meio da noite sem rumo em volta do kibutz,falta do tzeva adom,do pub,das arvores,das pessoas.Falta do lugar onde eu podia plantar meus amigos meus discos e livros e nada mais.
É,morar ali talvez tenha aguçado meu lado mais esquisito,fora aquele que normalmente já aflora em mim...mas assim que fecho os olhos e imagino um lugar imagino aquele kibutz...
Lembro-me que a primeira impressão não foi das melhores afinal,quem que está no shomer a tantos anos não espera (mesmo tendo plena consciência de que não existe mais) chegar em um kibutz e ver as pessoas vestidas com roupas largas com uma cesta cheia de laranjas nas mãos?
Minha segunda semana naquele pais estranho foi lá....bem,o kibutz era cinza e pequeno...e sua localização...posso dizer que é no meio do nada a esquerda.
Tivemos seminários, veida olami entre outras coisas no kibutz ao longo do ano... mas foi só no final,faltando 3 meses para o shnat acabar que nos mudamos para lá...
Lembro-me do momento em que entramos de onibus naquele portão amarelo, pela janela reparei que durante o ano a grama tinha crescido e que agora o kibutz estava verde, meus olhos já estavam mais felizes....agora era so esperar para ver o que seria da minha rotina.
Morávamos todos na mesma rua, toda a minha kvutza e todos os latino americanos do shomer. Do outro lado do kibutz estava outro desafio de meu shnat, os europeus.
Nossa rotina não era nada monótona, aulas diárias,os passeios semanais
por sociedades alternativas,o trabalho na estufa e principalmente os pub´s nos finais de semana fizeram dos meus últimos 3 meses de shnat,não só a recordação que eu tenho mais saudade e carinho como também aquela em que eu percebo que mais aprendi sobre mim e sobre os outros que moravam ali comigo.
O incrível da rotina do kibutz era que eu tinha tempo pra pensar,diferente da vida que levava no Brasil,aquele lugar possuía uma paz singular e não tinha um dia que eu não me sentava com as costas apoiadas em uma arvore e,ou escutava uma musica ou lia alguma coisa ou conversava com alguém.
Sinto falta da paz que aquele lugar no meio do nada me passava,falta ate da comida escassa, do frango com pelo (mentira isso não ecaa!!), das latas de atum da madrugada ,falta de caminhar no meio da noite sem rumo em volta do kibutz,falta do tzeva adom,do pub,das arvores,das pessoas.Falta do lugar onde eu podia plantar meus amigos meus discos e livros e nada mais.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Cartas antigas...
Medos e Angustias
“Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo,não sei me entregar a desorientação”
(Lispector)
Passado:
O dia estava ensolarado...
O ano era 1998 e eu tinha meus nove anos de idade.
Encontrava-me pronta para ir para a escola (que na época era o tth).
Entravamos no colégio ao 12:00,diferente do eliezer que desde aquela época já se entrava as 7:00 eu acho...
O relógio da cozinha bate 11:00 e meu pai entra pela porta da sala e vai direto a encontro de minha mãe,já estava alguma coisa errada....não era o momento de meu pai entrar em casa,ao passar pelo meu quarto ele fala para mim:
- Fica no quarto paula e não liga a tv!
Enquanto meu pai conversava com minha mãe no quarto deles,eu criança sapeca,não escutava atrás da porta...mas esqueci de fechar a minha tentando ouvir algo.
Meu irmão,já com 16 anos também estava em casa,no banho e alguns minutos após sair do chuveiro foi chamado ao quarto,ótimo! Era uma reunião familiar e eu nem a tv podia ligar!
Após alguns minutos meu irmão sai do quarto enquanto escuto meu pai dizer:
-Rafael! Não deixa a paula sozinha!
Então meu irmão me chama ao seu quarto,onde quando entro,enquanto ele se trocava ligo a tv (no canal de desenhos) e pergunto a ele o que estava acontecendo.
Ele nada diz sobre o que foi perguntado por mim,só menciona que minha "tia"Bia viria me buscar para me levar ao seu trabalho. No momento fiquei bastante feliz,não iria para a escola e a tia bia sempre me levava pra passear na cidade e eu adorava ela!
Alguns minutos depois meus pais e meu irmão saíram de casa,dando-me instruções de que só poderia ver o canal de desenhos! Agora pensa...por que eu,criança veria a outro canal?
Foi o que eu pensei então coloquei no jornal!
Aparece então algo sobre um acidente e um homem com um enorme bigode aparece na tela!
Troco rapidamente de canal! Assim como quando vemos um filme de terror quando a musica no fundo fica mais alta e sabemos que estamos para tomar um enorme susto!
Não era o meu tio...claro que não...com aquele bigode?
Algum tempo depois ainda com o uniforme da escola encontro-me no escritório da tia bia,sentada ao lado da janela.
Ela olha para mim e fala:
-Sabe paulinha,costumamos dizer que quando uma criança morre ela vira um anjo e fica no céu...cuidando da gente...
No momento em que ela disse isso eu já sabia que ela falada da Ana.
Então disse já chorando:
-Aninha
Ela tinha morrido no acidente de ônibus escolar do eliezer,aos 10 anos de idade.
Esse foi o primeiro contato que eu tive com a morte,lembro-me que muito pouco tempo depois desse acontecimento,meu avô por parte de mae faleceu tambem...
Não gosto da idéia de que um dia,simplesmente não vou mais existir,na verdade é uma idéia abominável...é que....sei lá....não faz muito sentido! Nos faz nos questionar o motivo de estar aqui...se é que ele existe...
Eu morria e ainda morro de medo de morrer...ou de ver gente morta....hoje em dia já durmo com todas as luzes apagadas...porem pode estar o maior calor do mundo,meu pés nunca estão descobertos.
“Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo,não sei me entregar a desorientação”
(Lispector)
Passado:
O dia estava ensolarado...
O ano era 1998 e eu tinha meus nove anos de idade.
Encontrava-me pronta para ir para a escola (que na época era o tth).
Entravamos no colégio ao 12:00,diferente do eliezer que desde aquela época já se entrava as 7:00 eu acho...
O relógio da cozinha bate 11:00 e meu pai entra pela porta da sala e vai direto a encontro de minha mãe,já estava alguma coisa errada....não era o momento de meu pai entrar em casa,ao passar pelo meu quarto ele fala para mim:
- Fica no quarto paula e não liga a tv!
Enquanto meu pai conversava com minha mãe no quarto deles,eu criança sapeca,não escutava atrás da porta...mas esqueci de fechar a minha tentando ouvir algo.
Meu irmão,já com 16 anos também estava em casa,no banho e alguns minutos após sair do chuveiro foi chamado ao quarto,ótimo! Era uma reunião familiar e eu nem a tv podia ligar!
Após alguns minutos meu irmão sai do quarto enquanto escuto meu pai dizer:
-Rafael! Não deixa a paula sozinha!
Então meu irmão me chama ao seu quarto,onde quando entro,enquanto ele se trocava ligo a tv (no canal de desenhos) e pergunto a ele o que estava acontecendo.
Ele nada diz sobre o que foi perguntado por mim,só menciona que minha "tia"Bia viria me buscar para me levar ao seu trabalho. No momento fiquei bastante feliz,não iria para a escola e a tia bia sempre me levava pra passear na cidade e eu adorava ela!
Alguns minutos depois meus pais e meu irmão saíram de casa,dando-me instruções de que só poderia ver o canal de desenhos! Agora pensa...por que eu,criança veria a outro canal?
Foi o que eu pensei então coloquei no jornal!
Aparece então algo sobre um acidente e um homem com um enorme bigode aparece na tela!
Troco rapidamente de canal! Assim como quando vemos um filme de terror quando a musica no fundo fica mais alta e sabemos que estamos para tomar um enorme susto!
Não era o meu tio...claro que não...com aquele bigode?
Algum tempo depois ainda com o uniforme da escola encontro-me no escritório da tia bia,sentada ao lado da janela.
Ela olha para mim e fala:
-Sabe paulinha,costumamos dizer que quando uma criança morre ela vira um anjo e fica no céu...cuidando da gente...
No momento em que ela disse isso eu já sabia que ela falada da Ana.
Então disse já chorando:
-Aninha
Ela tinha morrido no acidente de ônibus escolar do eliezer,aos 10 anos de idade.
Esse foi o primeiro contato que eu tive com a morte,lembro-me que muito pouco tempo depois desse acontecimento,meu avô por parte de mae faleceu tambem...
Não gosto da idéia de que um dia,simplesmente não vou mais existir,na verdade é uma idéia abominável...é que....sei lá....não faz muito sentido! Nos faz nos questionar o motivo de estar aqui...se é que ele existe...
Eu morria e ainda morro de medo de morrer...ou de ver gente morta....hoje em dia já durmo com todas as luzes apagadas...porem pode estar o maior calor do mundo,meu pés nunca estão descobertos.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
10/12/08
terça-feira, 5 de maio de 2009

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."
Clarice Lispector
domingo, 3 de maio de 2009
Do not walk outside this area
Deitada no topo da entrada do pub do kibutz eu lia meu caderno...já estava fora por tanto tempo...vi então a primeira pagina...
Seria estranho ler o que eu tinha escrito naquele dia...
"18/02/08
Era hoje...
A tal da ficha realmente não tinha caído...
Dava pra acreditar?
Acho que no momento em que sai de casa entrei no carro e vi a minha janela pelo vidro,percebi que não veria ela novamente por um bom tempo...isso para não falar do meu quarto meu travesseiro...
E como foi difícil me despedir do cachorro...
Aeroporto...eu e minhas manias malucas...claro que cheguei muito tempo antes da hora marcada
Eu já havia ido no aeroporto me despedir de muita gente...mas agora...eu é que estava indo...
Aconteceu muito rápido...eu não esperava por isso...Despedidas...cartas de só ler no avião...
Eu mal percebi que já estava do outro lado daquele vidro preto mostrando meu passaporte...
O que eu sentia naquele momento? FUDEU!
Agora eu ia entrar no avião...fora o fato de que eu ia passar um tempinho fora...eu nunca tinha andado,é...voado naquele negocio...o pânico se espalhou por mim....
Demoramos muito pra entrar no avião e isso só piorava as coisas...
Meu lugar era na janela pelo menos eu olhava pra todos os lados e via gente conhecida.
Eu sentei no lado esquerdo do avião ao lado da asa,dava pra ler o que estava escrito nela "Do not walk outside this area"Logo depois uma voz em espanhol começou a falar e percebi que íamos
voar...Cara,depois de chorar por tanta gente estar indo para o shnat,eu percebi que dessa vez o avião estava levando a minha shichvá pra Israel,eu sentia vontade de levantar e gritar de tanta felicidade, mas permaneci de cintos bem apertados,acho que coloquei toda essa minha vontade de gritar nas minhas mãos que pressionava os braços da cadeira...Voamaos...Foi tranquilo...eu ate dormi um pouco, Quando acordei,ainda no avião, não lembrava do que eu tinha sonhado...bem...eu já estava vivendo um sonho... "
Como foi bom ter feito um diario...
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