Saindo do meu quarto,que era o segundo,da segunda casa a esquerda, acho que eram 128 passos... bem sem duvida demorava algo em torno de 1 minuto e meio dali ate o colbo,disso eu tenho certeza....certa vez contei e acredito que eu passava por umas 19 arvores no caminho....
É,morar ali talvez tenha aguçado meu lado mais esquisito,fora aquele que normalmente já aflora em mim...mas assim que fecho os olhos e imagino um lugar imagino aquele kibutz...
Lembro-me que a primeira impressão não foi das melhores afinal,quem que está no shomer a tantos anos não espera (mesmo tendo plena consciência de que não existe mais) chegar em um kibutz e ver as pessoas vestidas com roupas largas com uma cesta cheia de laranjas nas mãos?
Minha segunda semana naquele pais estranho foi lá....bem,o kibutz era cinza e pequeno...e sua localização...posso dizer que é no meio do nada a esquerda.
Tivemos seminários, veida olami entre outras coisas no kibutz ao longo do ano... mas foi só no final,faltando 3 meses para o shnat acabar que nos mudamos para lá...
Lembro-me do momento em que entramos de onibus naquele portão amarelo, pela janela reparei que durante o ano a grama tinha crescido e que agora o kibutz estava verde, meus olhos já estavam mais felizes....agora era so esperar para ver o que seria da minha rotina.
Morávamos todos na mesma rua, toda a minha kvutza e todos os latino americanos do shomer. Do outro lado do kibutz estava outro desafio de meu shnat, os europeus.
Nossa rotina não era nada monótona, aulas diárias,os passeios semanais
por sociedades alternativas,o trabalho na estufa e principalmente os pub´s nos finais de semana fizeram dos meus últimos 3 meses de shnat,não só a recordação que eu tenho mais saudade e carinho como também aquela em que eu percebo que mais aprendi sobre mim e sobre os outros que moravam ali comigo.
O incrível da rotina do kibutz era que eu tinha tempo pra pensar,diferente da vida que levava no Brasil,aquele lugar possuía uma paz singular e não tinha um dia que eu não me sentava com as costas apoiadas em uma arvore e,ou escutava uma musica ou lia alguma coisa ou conversava com alguém.
Sinto falta da paz que aquele lugar no meio do nada me passava,falta ate da comida escassa, do frango com pelo (mentira isso não ecaa!!), das latas de atum da madrugada ,falta de caminhar no meio da noite sem rumo em volta do kibutz,falta do tzeva adom,do pub,das arvores,das pessoas.Falta do lugar onde eu podia plantar meus amigos meus discos e livros e nada mais.
É,morar ali talvez tenha aguçado meu lado mais esquisito,fora aquele que normalmente já aflora em mim...mas assim que fecho os olhos e imagino um lugar imagino aquele kibutz...
Lembro-me que a primeira impressão não foi das melhores afinal,quem que está no shomer a tantos anos não espera (mesmo tendo plena consciência de que não existe mais) chegar em um kibutz e ver as pessoas vestidas com roupas largas com uma cesta cheia de laranjas nas mãos?
Minha segunda semana naquele pais estranho foi lá....bem,o kibutz era cinza e pequeno...e sua localização...posso dizer que é no meio do nada a esquerda.
Tivemos seminários, veida olami entre outras coisas no kibutz ao longo do ano... mas foi só no final,faltando 3 meses para o shnat acabar que nos mudamos para lá...
Lembro-me do momento em que entramos de onibus naquele portão amarelo, pela janela reparei que durante o ano a grama tinha crescido e que agora o kibutz estava verde, meus olhos já estavam mais felizes....agora era so esperar para ver o que seria da minha rotina.
Morávamos todos na mesma rua, toda a minha kvutza e todos os latino americanos do shomer. Do outro lado do kibutz estava outro desafio de meu shnat, os europeus.
Nossa rotina não era nada monótona, aulas diárias,os passeios semanais
por sociedades alternativas,o trabalho na estufa e principalmente os pub´s nos finais de semana fizeram dos meus últimos 3 meses de shnat,não só a recordação que eu tenho mais saudade e carinho como também aquela em que eu percebo que mais aprendi sobre mim e sobre os outros que moravam ali comigo.
O incrível da rotina do kibutz era que eu tinha tempo pra pensar,diferente da vida que levava no Brasil,aquele lugar possuía uma paz singular e não tinha um dia que eu não me sentava com as costas apoiadas em uma arvore e,ou escutava uma musica ou lia alguma coisa ou conversava com alguém.
Sinto falta da paz que aquele lugar no meio do nada me passava,falta ate da comida escassa, do frango com pelo (mentira isso não ecaa!!), das latas de atum da madrugada ,falta de caminhar no meio da noite sem rumo em volta do kibutz,falta do tzeva adom,do pub,das arvores,das pessoas.Falta do lugar onde eu podia plantar meus amigos meus discos e livros e nada mais.
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